terça-feira, 17 de maio de 2016

INSEGURANÇA E O MARKETING DO PSDB


INSEGURANÇA
I
O crime choca, assusta, causa traumas, aterroriza, não se pode compactuar. É preciso combater. O fato é que a cidade de São Sebastião-SP tem sofrido com isso. A região da Costa Norte tem sido atacada pelo banditismo. Os assaltos ao mercado do Pontal da Cruz, na casa de uma família que chegava da igreja, na residência de um oficial da Polícia Militar, entre outros, vai além da preocupação. Nas redes sociais informações desencontradas em tom alarmista deixa o bairro em suspense zerando o clima de tranquilidade - que sempre foi uma marca do local.

INSEGURANÇA 
II
O debate político que se ascendeu nas mídias sociais nascem, como de costume, distorcido, com gente querendo colocar a culpa neste ou naquele governo. Segurança é ofício do Estado, e o Município pode ajudar. No caso de São Sebastião, tem a GCM, mas não se pode confundir os papéis, porque quem define a política de segurança pública é o Governo do Estado. Fora isso, a desvalorização de imóveis e coisas dessa natureza. É preciso haver tratativas de apoio institucional que integre tecnologias disponíveis, outras se adquiram, estrutura de trabalho, maior contingente e condições de trabalho, serviços de inteligência, iluminação, enfim, é mais que fulanizar ou partidarizar a matéria. Todos somos vítimas.

DADE COMO MULETA POLÍTICA
I
O PSDB sebastianense requenta postagens mais antigas sobre o Dade - órgão do Estado que é um dos meios pelos quais o Governo do Estado transfere recursos para projetos em cidades especificadas no programa. Talvez os tucanos estejam tentando sair do sufoco que os adversários lhes impõe ao cobrar responsabilidades e investimentos. A tática é a mesma de outrora e tem sido uma das apostas do pessoal do partido local, qual seja: pega-se o Dade como muleta política. Não é uma instância do partido, é um órgão do Estado, portanto, a tentativa de uso político dessa muleta precisa ser reparado.

ESTADISTA DA INTERNET?
II
Fora isso, buscam dar uma roupagem de bom administrador ao seu pretenso candidato, com memes tratando de hipotéticas medidas que o tucano tomaria em diversas áreas da administração caso vencesse, e também com VTs curtos - preparados para as redes sociais.  Em ambos os casos houve baixa adesão, sentimento e projeção, basta monitorar as tags envolvidas para perceber que os softwares não identificaram nenhuma surpresa. Duas coisas: Não está claro quem banca essa produção toda; e não se constrói forçosamente um estadista, quanto menos por meio de vídeos preparados por publicitários para a internet. Haverão as cobranças sobre a ausência do rapaz em discussões de agendas públicas que a população tem interesse direto, e isso desmaquilará a maquiagem do marketing.

16h41min.    -     adelsonpimenta@ig.com.br


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