GOVERNO DE 2
...quando o alinhamento político vira entrega concreta
Na política brasileira, alianças costumam ser testadas nas urnas e dissolvidas na rotina do poder. Em São Sebastião, ocorre o inverso: um pacto que nasceu no ambiente eleitoral amadureceu em cooperação institucional efetiva. A relação entre o Prefeito Reinaldinho e o Governador Tarcísio de Freitas inaugura um momento raro na história recente do município e produz resultados que falam mais alto do que discursos.
Não há exagero em afirmar que a cidade vive um “Grande dia!”.
Nunca se viu tamanha proximidade, política e pessoal, entre um prefeito de São Sebastião e um governador de São Paulo. Essa aproximação não é casual nem meramente protocolar; ela se sustenta em três pilares claros: alinhamento estratégico, afinidade ideológica e confiança mútua. Eles se entendem.
E quando líderes se entendem, o Poder público funciona. O contexto amplia ainda mais o peso dessa relação.
Governadores de São Paulo, pela centralidade econômica e política do estado, tornam-se automaticamente protagonistas do cenário nacional. Tarcísio de Freitas não foge a essa regra. Em ano pré-eleitoral, com índices de aprovação elevados e reconhecido como uma das principais lideranças da direita brasileira, sua agenda é disputada, densa e nacionalizada.
Ainda assim, São Sebastião recebeu atenção integral, com um dia inteiro dedicado ao município. Isso não é gesto simbólico; é sinal de prioridade política. Esse capital político convertido em atenção institucional tem consequências práticas.
O Município colhe investimentos estruturantes: avanços na logística rodoviária, como o trecho portuário do Contorno Sul da Tamoios; saneamento básico tratado como política de futuro, com o Plano de Negócios da Sabesp mirando a universalização; reforço na educação, com nova escola entregue à gestão municipal; modernização da segurança pública, integrando a cidade ao Smart Sampa, entre outras coisas. São políticas públicas de alto impacto, articuladas entre Estado e Município, que dificilmente prosperariam sem sintonia no comando.
Outro elemento decisivo desse arranjo é a concepção de “Governo de dois”.
No Estado, Tarcísio e Felício Ramuth; no Município, Reinaldinho e José Reis. Em ambos os casos, os vices não são figuras decorativas, mas agentes ativos do processo decisório. Há respeito, divisão de responsabilidades e cumplicidade política. Esse modelo reduz ruídos, acelera decisões e confere estabilidade administrativa - um ativo raro no setor público brasileiro.
O dia de agendas conjuntas foi mais do que uma sequência de visitas técnicas. Foi um exercício de planejamento regional, de escuta das demandas reais da população, de alinhamento sobre prazos, obras e entregas. Um dia de política no seu melhor sentido: produção intelectual aplicada à gestão, com obras em andamento, cronogramas definidos e novos equipamentos públicos sendo inaugurados.
Quando Estado e Município caminham de mãos dadas, a população percebe. A política deixa de ser disputa permanente e passa a ser instrumento de desenvolvimento.
Em São Sebastião, a convergência entre Reinaldinho e Tarcísio demonstra que afinidade política, quando acompanhada de competência administrativa, gera ganhos coletivos concretos. É um caso exemplar de como boas relações institucionais não apenas fortalecem lideranças, mas, sobretudo, entregam resultados para quem realmente importa: as pessoas.
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Obs) Imagem meramente ilustrativa, gerada por IA
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