O VERÃO DE SÃO SEBASTIÃO SE TORNOU UMA POLÍTICA PÚBLICA

O modelo de gestão do verão empreendido sob Reinaldinho já produz resultados preliminares de enorme impacto na economia local - e reflete até na regional


Há verões cheios. E há verões governados.

O que São Sebastião vive em 2026 não é apenas uma alta temporada bem-sucedida. É algo mais profundo: a transformação do verão em instrumento de política pública, com impactos mensuráveis na economia, na arrecadação indireta, no emprego, na projeção regional e na governabilidade. O que se vê é um reposicionamento estratégico: o verão deixa de ser custo imprevisível e passa a ser ativo econômico gerido, com efeitos em cadeia.

Todos os setores celebram, é impactante.

O Governo registra dados, ajusta rotas, corrige falhas e aprimora continuamente o modelo. Isso é gestão pública madura, ainda mais rara em municípios turísticos, onde a sazonalidade costuma ser desculpa para improviso. A cidade, sob nova direção, tem uma escolha política clara: planejar antes de executar.

O que está sendo feito pelo Governo Municipal transformou-se em estratégia de desenvolvimento, vitrine de gestão e motor econômico regional. Sob a gestão do Prefeito Reinaldinho (Republicanos), a cidade abandonou a lógica improvisada, àquela em que o verão “acontece apesar do poder público”, como há anos ocorre em quase todo país, e adotou um modelo deliberado de gestão de resultados efetivos e práticos do pico populacional.

Isso tem implicações políticas, administrativas e fiscais que não podem ser ignoradas. É sobre isso que chamo a atenção neste artigo.

O maior vendedor de São Sebastião é o sol, costuma dizer o Prefeito. A frase, que poderia soar como slogan, ganhou materialidade. A diferença, agora, é que o ativo natural passou a ser operado com método. O verão local deixou de ser apenas estação turística. A cidade vive uma temporada que já entra para a história.

Moradores, turistas, veranistas e visitantes parecem concordar em uníssono: o verão 2026 é diferente. E os números preliminares indicam que não se trata de percepção, mas de resultado concreto. Um levantamento técnico mais aprofundado, com pesquisas de campo, está em fase final de consolidação e será divulgado nos próximos dias pelos canais oficiais da Prefeitura.

Os indicadores digitais já falam alto: As redes sociais institucionais do Município registraram, nos últimos dias, engajamento orgânico recorde no Instagram e no Facebook, em patamares jamais alcançados, e esse balanço também será divulgado. Da mesma forma ocorre com as páginas do Turismo, da organização do evento e, claro, das contas pessoais do Prefeito Reinaldinho. É sucesso histórico.

Modelo estruturado de gestão do verão: Pela primeira vez foi implementado, com integração entre planejamento urbano, segurança, mobilidade, turismo, eventos, saúde e comunicação. O impacto é imediato: expansão expressiva da atividade econômica em múltiplos setores e, ao mesmo tempo, redução significativa de custos para os cofres públicos, graças à realização de grandes eventos no Centro Histórico financiados integralmente pela iniciativa privada, e na paradisíaca região da Costa Sul pelo Município.

As imagens captadas pelas câmeras de monitoramento reforçam o cenário: fluxo rodoviário intenso pelo Contorno Sul da Tamoios e pela Rio-Santos, acompanhado em tempo real pelo Centro Integrado de Operações (COI). O movimento não se restringe às estradas. Vídeos que circulam nas redes mostram balsas absolutamente lotadas, com público vindo de Ilhabela exclusivamente para prestigiar os shows em São Sebastião, um fenômeno que evidencia o alcance regional do modelo de gestão do verã e o evento.

O funcionamento integrado das forças de segurança, com acompanhamento centralizado pelo COI, permite administrar um recorde de público sem colapso dos serviços essenciais. Isso não acontece por acaso. É fruto de coordenação, planejamento e comando. A cidade opera no limite, como toda cidade turística em alta temporada, sem perder o controle institucional.

E assim se revela o sucesso de atração regional e expõe gargalos estruturais que extrapolam São Sebastião.

A reclamação pública da Prefeita de Ubatuba, Flávia Pascoal, sobre a duplicação da rodovia, após perder um show da cantora Ana Castela em São Sebastião por passar mais de três horas em um trajeto curto, é simbólica. Fortalece o argumento político por mais investimentos de outras esferas em infraestrutura. Um detalhe que diz muito sobre o novo papel da cidade no circuito cultural e turístico do litoral paulista.

Os efeitos e a repercussão: O telefone do Prefeito, dos Secretários e de muitos Vereadores não param de tocar. As mensagens vêm de outras cidades, de outros estados, de agentes econômicos, de cidadãos comuns. O conteúdo é recorrente: elogios à organização, à grade de shows, à limpeza urbana, à segurança e à capacidade da Prefeitura de sustentar um evento dessa magnitude.

Todos os dias o vice-prefeito José Reis percorre a Costa Sul, como tem feito o Prefeito também, e ouve quem sente o efeito do verão no caixa e no cotidiano: Donos de hotéis falam em taxas de ocupação altíssimas; bares e restaurantes operam lotados; trabalhadores da cadeia informal, por exemplo, marinheiros, jardineiros, caseiros, ambulantes, enfim, relatam aumento expressivo de renda.

O diagnóstico é unânime: trata-se da maior temporada dos últimos anos, sem margem para dúvida. A cidade registra expansão simultânea de ganhos em múltiplos setores: hotelaria, alimentação, transporte, comércio formal e informal, serviços domésticos, náutica e turismo de experiência.

O novo modelo de gestão do verão adotado pelo Governo Reinaldinho começa a se consolidar como uma política pública eficiente, onde todos ganham. A cidade aprende, registra, corrige rotas e aprimora continuamente seus processos. O verão, antes episódico, passa a ser tratado como política permanente de desenvolvimento.

São Sebastião tornou-se polo irradiador de fluxo, cultura e consumo, e colhe agora os frutos de uma decisão simples e rara na administração pública: planejar antes de executar. E, ao fazer isso, reafirma algo ainda mais valioso - a vocação de ser uma cidade boa para visitar, mas, sobretudo, boa para viver.

Adelson Pimenta


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