SETORES ECONÔMICOS EXALTAM RESULTADOS DA GESTÃO REINALDINHO

Sociedade civil como um todo, especialmente os comerciantes e empresários que dependem de um Verão bem sucedido em São Sebastião estão impressionados e satisfeitos 


Uma discussão interessante acontece entre setores do comércio local e ganhou força entre empresários da região, qual seja: sob quais condições efetivamente assumiu a Prefeitura de São Sebastião, o jovem carregado de votos - Reinaldinho Moreira, em 2025, e por que há tanta diferença este ano, 2026?
Afinal, o Prefeito não recebeu apenas dificuldades financeiras, mas, primordialmente, um ambiente de desorganização sistêmica.
O problema não era só caixa: era governança. Foi herdado um cenário de compressão fiscal, descrédito institucional e desorganização orçamentária, além de um punhado de investigações sobre práticas administrativas. Era preciso desarmar essa bomba relógio.
Foram necessários Refis sucessivos; Decretos de contenção de despesas renovados; revisão de contratos; suspensão de contratações sob valores proibitivos, entre outras coisas. Houve ainda queda relevante nos royalties do petróleo, passivos com fornecedores e obras sem o adequado provisionamento, elementos que compunham um ambiente de risco.
Não se tratava apenas de caixa curto, mas, de confiança abalada.
O ano de 2025 foi sabático para as contas públicas, de blackout orçamentário, para recuperar o que se perdeu em, 2024. O contraste com a conjuntura com que iniciamos 2026, portanto, não pode ser tratado como mero entusiasmo sazonal. O que está em jogo é a capacidade de reconstruir autoridade administrativa.
Politicamente, houve reposicionamento institucional.
A articulação com o Governo do Estado de São Paulo e a concessionária Tamoios resultou em avanços no traçado do trecho do Porto, bem como foi possível municipalizar uma escola construída praticamente com recursos somente do Estado em Juquehy, graças a boa relação e convencimento do Governador Tarcísio Gomes de Freitas. Com a Sabesp, aceleraram-se compromissos de universalização do saneamento.
Na frente federativa, a interlocução com a União, especialmente com o Ministério de Portos e Aeroportos, permitiu ajustes no projeto de expansão do Porto de São Sebastião, inclusive contrariando interesses distintos consolidados na Cia. Docas.
São movimentos que não decorrem de retórica, mas de capacidade de negociação.
No eixo fiscal, a revisão do Código Tributário prevendo a Taxa de Preservação Ambiental e a securitização de créditos sinalizam estratégia: ampliar receita com racionalidade distributiva, preservando o morador.
A revogação de R$ 42 milhões em decretos de desapropriação também teve efeito indireto relevante ao desarmar pressões por elevação do IPTU, num contexto em que o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo monitorava a sustentabilidade fiscal do município.
O Verão de 2026 funciona como prova de estresse. Não existe mágica, essas questões se resolvem com capacidade de soluções. Parcerias reduziram custo público, a cidade respondeu logisticamente e a economia reagiu com alta ocupação e comércio aquecido. Onde há fluxo, há teste de gestão. Persistem gargalos de mobilidade - sintoma de crescimento -, mas o sistema não colapsou, pelo contrário.
Institucionalmente, dois sinais merecem registro: a recomposição do crédito junto a fornecedores e a melhora na interlocução com Câmara Municipal de São Sebastião Oficial, MP, MPC e TCE. Confiança administrativa não se decreta; reconstrói-se.
A gestão da Comunicação institucional se tornou menos personalista e menos custosa e, com isso, alcançou maior resultado comprovadamente. Houve ainda significativo aumento da efetividade com a Segurança, e respostas mais eficazes na rede de Saúde do Município. Um espetáculo.
Nada disso autoriza triunfalismo.
O desafio estrutural permanece: dependência de receitas voláteis, pressão por serviços públicos e crescimento sazonal da população. O que 2026 apresenta é uma amostra de reorganização e capacidade de coordenação. O desarranjo corrosivo de ontem foi transformado no reequilíbrio estratégico de hoje.
O juízo definitivo dependerá da consistência desses resultados ao longo do ciclo - e, sobretudo, da transformação de eficiência conjuntural em estabilidade permanente. A pergunta decisiva não é se houve melhora, mas, se o modelo adotado suporta ciclos adversos e transforma eficiência circunstancial em estabilidade institucional duradoura.
É sobre isso que as pessoas andam comentando na cidade.
Obs) Arte meramente ilustrativa, gerada por IA.

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